Sério. A coisa na minha moradia está engraçada. Pra não dizer dramática.
Já é até lugar comum que o chuveiro de um dos banheiros não funfava direito. E que pra assistir TV só tem antena na copa, mas não tem TV lá - de modis que minhas opções televisivas são globo, sbt e band (mas beeeem mesmo só pega a band). Também, no último mês apareceu uma espécie de goteira saindo do cano do bidê do outro banheiro. Ah, tem também um tordo buniiito que rasgou por causa das intempéries, e está rasgado faz, assim, um século. E já faz um bom tempo que o marido estava morrendo de vontade de mandar limpar a caixa d'água.
E aí que a gente não tem tempo (por "tempo", leia-se "vontade"). E foi juntando, juntando, juntando... Umas duas semanas atrás até me deu um siricotico pra arrumar as coisas, mas foi muito perto do fim de semana, e a gente viajou e o siricotico passou.
Por sorte, antes de ontem deu siricotico no marido. E os siricoticos dele são mais eficientes. Porque ele levou a carta que fala do toldo lá na imobiliária e ligou pro encanador. Ontem o homem veio, fuçou, fuçou e não resolveu muita coisa. Ou melhor, só piorou tudo, porque além de toda a sacanagem habitual, agora ele remexeu tanto na caixa d'água que a água tá escura até agora. E os banheiros estão puro barro.
Mas ele disse que voltava hoje para: limpar a caixa d'água, consertar o cano do bidê, arrumar o chuveiro e até puxar a antena pra sala de TV. Assim, tudo de uma vez. Não sei se boto muita fé que vai estar tudo pronto ainda hoje, mas a esperança é a última que morre, néam.
Sobre a Nina. O lance é borrifar água na cara dela toda vez que ela dá uma rosnadinha. Até deu uma melhorada, mas tem hora que a carinha dela fica beeeeem molhada. Heh.
15.2.08
13.2.08
the end
Aparentemente meu post anterior ficou sem final. Consertemos.
Previewsly on Strawberry Fields Forever: Antes de ontem eu tinha muitos mapas a fazer e teria que ficar umas três horas a mais no trabalho, mas consegui encontrar uma pena* que poderia me ajudar muito...
Quando percebi que tinha a pena mágica em mãos e que ela era extremamente útil, resolvi ir para casa sem fazer hora extra e retomar o trabalho na manhã seguinte. Ontem, decidi que deveria aproveitar a pena para deixar os mapas mais bem feitos, por isso comecei do zero. Refiz os que estavam prontos e ao final da manhã já tinha acabado absolutamente tudo.
E ontem foi meu dia de sorte mesmo. Eu fui visitar um barco à vela*, porque agora faço parte da Comissão Especial de Avaliação de Barcos à Vela. E esse foi o barco à vela mais bem conservado que eu já vi. Eu duvido que algum dia eu encontre uma relíquia dessas novamente. Foi a tarde mais fantástica que eu podia imaginar!
And in the end, the love you take is equal to the love you make...
* não vou dizer o que era de verdade, senão a história fica muito comum e sem graça. Piratas e penas mágicas são muito mais interessantes do que a realidade.
Previewsly on Strawberry Fields Forever: Antes de ontem eu tinha muitos mapas a fazer e teria que ficar umas três horas a mais no trabalho, mas consegui encontrar uma pena* que poderia me ajudar muito...
Quando percebi que tinha a pena mágica em mãos e que ela era extremamente útil, resolvi ir para casa sem fazer hora extra e retomar o trabalho na manhã seguinte. Ontem, decidi que deveria aproveitar a pena para deixar os mapas mais bem feitos, por isso comecei do zero. Refiz os que estavam prontos e ao final da manhã já tinha acabado absolutamente tudo.
E ontem foi meu dia de sorte mesmo. Eu fui visitar um barco à vela*, porque agora faço parte da Comissão Especial de Avaliação de Barcos à Vela. E esse foi o barco à vela mais bem conservado que eu já vi. Eu duvido que algum dia eu encontre uma relíquia dessas novamente. Foi a tarde mais fantástica que eu podia imaginar!
And in the end, the love you take is equal to the love you make...
* não vou dizer o que era de verdade, senão a história fica muito comum e sem graça. Piratas e penas mágicas são muito mais interessantes do que a realidade.
12.2.08
a pena mágica
Tá vendo só! Meu trabalho tá me tomando todo tempo e tá difícil de atualizar o blog! Ontem foi o dia que eu mais trabalhei desde que eu fui contratada. Desalojei o subchefe porque meu computador estava sem uns programas importantes instalados (pra variar) - e só quem tem permissão de intalar programas são os duendes -, e fiquei alucinada trabalhando sem parar, sem piscar. Não parava nem para ouvir conversinha dos outros.
Na hora do almoço eu já estava bem podre, e ainda tinha a perspectiva de ter que ficar até umas 8hs da noite trabalhando. Porque os mapas tinham que estar prontos até hoje, e não ia dar tempo. Porque tava demorando mais de uma hora pra fazer cada um, e no total eram 18. Eu tinha 7 prontos. E era urgente, urgentíssimo. Os piratas precisavam desses mapas!
Mas aí, o subchefe disse que existia uma pena especial, mas ele não sabia para que servia direito: "Pesquise no google!". E lá fui eu. Descobri que essa pena é uma pena mágica que consegue fazer mapas do tesouro em uma velocidade muito maior do que uma caneta. Com ela, cada mapa poderia ser feito em minutos!! Mas será que é fácil encontrar uma pena dessas? Bom, basta dizer que eu consegui a pena, mas esqueça, não vou contar para ninguém como fiz isso.
Na hora do almoço eu já estava bem podre, e ainda tinha a perspectiva de ter que ficar até umas 8hs da noite trabalhando. Porque os mapas tinham que estar prontos até hoje, e não ia dar tempo. Porque tava demorando mais de uma hora pra fazer cada um, e no total eram 18. Eu tinha 7 prontos. E era urgente, urgentíssimo. Os piratas precisavam desses mapas!
Mas aí, o subchefe disse que existia uma pena especial, mas ele não sabia para que servia direito: "Pesquise no google!". E lá fui eu. Descobri que essa pena é uma pena mágica que consegue fazer mapas do tesouro em uma velocidade muito maior do que uma caneta. Com ela, cada mapa poderia ser feito em minutos!! Mas será que é fácil encontrar uma pena dessas? Bom, basta dizer que eu consegui a pena, mas esqueça, não vou contar para ninguém como fiz isso.
8.2.08
nina
Quem sabe, sabe. Que eu tenho uma Nina. E que ela não é um mascote normal. Ela já foi normal, mas também já foi bem pior do que é hoje. Ela era bem meiga e brincalhona. Ela ainda é bem meiga e brincalhona, mas agora ela também é stressada. Assim, bastante. Teve uma época que era bastante MESMO. Tipo, mordia sem medo de ser feliz.
A história dela é assim.
Quando disquitei da amiga que dividia apartamento comigo, eu e o marido não estávamos juntos. A gente se amava, mas naquela época não estava sendo possível ficar junto. E isso me doía absurdamente. E, com o disquite, acabei me encontrando muito sozinha. Quer dizer, ela estava sempre por perto, sem contar ela e a Frô, mas quando eu chegava em casa de noite, era muito triste e solitário.
Nas férias, fui visitar minha Vó Simpática e o Vô Pira, e meus pais se doíam de me ver jururu. Aí, me compraram uma Nina pra me fazer companhia. A Nina foi a melhor coisa que podia ter me acontecido. De repente, era gostoso chegar em casa. E ela era (é) muito fofa.
Cerca de dois anos se passaram antes que ela começasse a mostrar sua personalidade... marcante. Começou porque ela estava acostumada a passar o dia sozinha, ou seja, dormindo. E aí, quando eu ia pro sítio nos finais de semana, ela ficava muito cansada e acabava se irritando com facilidade. Meu pai e meu irmão começaram a achar graça nisso, e começaram a provocar ela, pra ver ela bravinha. Eles cutucavam ela com o pé várias e várias vezes, até ela se descontrolar e morder um deles. O pé, que era a maior paixão dela, acabou virando seu inimigo número 1.
Com o tempo, a coisa foi se agravando. Nos finais de semana, ela já se stressava com facilidade, não gostava de ser incomodada quando no colo alheio, não gostava de ser incomodada quando na própria casinha, odiava pés. E começou a avançar com mais frequência.
O marido se mudou pro meu apartamento, um ou dois meses depois nós nos mudamos para a minha atual moradia, um mês depois nos casamos (ela ficou uma semana com a minha mãe), e logo em seguida vieram Natal, Ano Novo e férias na praia. Foi muita mudança de uma vez e em Janeiro de 2007 ela explodiu. Ela avançava praticamente só de olhar pra ela. E demorou pro meu pai entender que ele tinha uma parcela de culpa naquilo, que quanto mais ele provocasse, pior ela ia ficar. E ela ficou insuportável. E eu chorava sempre que ela mordia alguém, e me doía sempre que alguém falava que ela estava ficando louca, que ela era brava e tal. E eu me sentia muito mal, porque na verdade a culpa era quase totalmente minha. Porque ela nunca foi brava.
Então, eu e o marido começamos a tentar acalmá-la. Mostramos que não era nenhuma ameaça fazer carinho nela quando ela estivesse no colo de outra pessoa, mostramos que chegar por trás de alguém também não era ameaça. E consegui que ninguém mais ficasse provocando ela. E foi muito difícil, mas ela foi melhorando. Hoje ela voltou a gostar de pés! Só que ela ainda stressa de fim de semana, e a fama dela continua péssima.
Assim, tudo isso, de morder e avançar, ela só faz com gente conhecida. Visitas, crianças e pessoas estranhas são sempre tratadas com muito carinho pela Nina. Ela a-do-ra. Nunca mordeu ou rosnou para um desconhecido. Nunca avançou numa visita, só nela (mas porque ela não é mais visita, é da família).
Aí, no Carnaval, eu estava na casa da sogra assistindo TV e estava passando um programa, tipo um Super Nanny de cachorro. E, meu, eu queria trazer aquela mulher pra casa. O máximo. E aí, ela ensinou uns truques para fazer um cachorro respeitar uma regra quando ele não respeita mais o dono, e para ele passar a confiar nas pessoas e parar de avançar. E aí que eu vou tentar. E estou tão animada! Estou com muita esperança de que a minha Nina volte a ser apenas meiga e brincalhona.
Torçam por mim.
A história dela é assim.
Quando disquitei da amiga que dividia apartamento comigo, eu e o marido não estávamos juntos. A gente se amava, mas naquela época não estava sendo possível ficar junto. E isso me doía absurdamente. E, com o disquite, acabei me encontrando muito sozinha. Quer dizer, ela estava sempre por perto, sem contar ela e a Frô, mas quando eu chegava em casa de noite, era muito triste e solitário.
Nas férias, fui visitar minha Vó Simpática e o Vô Pira, e meus pais se doíam de me ver jururu. Aí, me compraram uma Nina pra me fazer companhia. A Nina foi a melhor coisa que podia ter me acontecido. De repente, era gostoso chegar em casa. E ela era (é) muito fofa.
Cerca de dois anos se passaram antes que ela começasse a mostrar sua personalidade... marcante. Começou porque ela estava acostumada a passar o dia sozinha, ou seja, dormindo. E aí, quando eu ia pro sítio nos finais de semana, ela ficava muito cansada e acabava se irritando com facilidade. Meu pai e meu irmão começaram a achar graça nisso, e começaram a provocar ela, pra ver ela bravinha. Eles cutucavam ela com o pé várias e várias vezes, até ela se descontrolar e morder um deles. O pé, que era a maior paixão dela, acabou virando seu inimigo número 1.
Com o tempo, a coisa foi se agravando. Nos finais de semana, ela já se stressava com facilidade, não gostava de ser incomodada quando no colo alheio, não gostava de ser incomodada quando na própria casinha, odiava pés. E começou a avançar com mais frequência.
O marido se mudou pro meu apartamento, um ou dois meses depois nós nos mudamos para a minha atual moradia, um mês depois nos casamos (ela ficou uma semana com a minha mãe), e logo em seguida vieram Natal, Ano Novo e férias na praia. Foi muita mudança de uma vez e em Janeiro de 2007 ela explodiu. Ela avançava praticamente só de olhar pra ela. E demorou pro meu pai entender que ele tinha uma parcela de culpa naquilo, que quanto mais ele provocasse, pior ela ia ficar. E ela ficou insuportável. E eu chorava sempre que ela mordia alguém, e me doía sempre que alguém falava que ela estava ficando louca, que ela era brava e tal. E eu me sentia muito mal, porque na verdade a culpa era quase totalmente minha. Porque ela nunca foi brava.
Então, eu e o marido começamos a tentar acalmá-la. Mostramos que não era nenhuma ameaça fazer carinho nela quando ela estivesse no colo de outra pessoa, mostramos que chegar por trás de alguém também não era ameaça. E consegui que ninguém mais ficasse provocando ela. E foi muito difícil, mas ela foi melhorando. Hoje ela voltou a gostar de pés! Só que ela ainda stressa de fim de semana, e a fama dela continua péssima.
Assim, tudo isso, de morder e avançar, ela só faz com gente conhecida. Visitas, crianças e pessoas estranhas são sempre tratadas com muito carinho pela Nina. Ela a-do-ra. Nunca mordeu ou rosnou para um desconhecido. Nunca avançou numa visita, só nela (mas porque ela não é mais visita, é da família).
Aí, no Carnaval, eu estava na casa da sogra assistindo TV e estava passando um programa, tipo um Super Nanny de cachorro. E, meu, eu queria trazer aquela mulher pra casa. O máximo. E aí, ela ensinou uns truques para fazer um cachorro respeitar uma regra quando ele não respeita mais o dono, e para ele passar a confiar nas pessoas e parar de avançar. E aí que eu vou tentar. E estou tão animada! Estou com muita esperança de que a minha Nina volte a ser apenas meiga e brincalhona.
Torçam por mim.
7.2.08
BBB
Eu sei que uns 90% de quem lê meu blog não sabe nem que edição do BBB nós estamos (é a oitava, by the way), mas hoje eu preciso me manifestar.
Graças ao Carnaval eu fiquei bem por fora do que estava rolando. Eu vi a Bianca ser indicada para o paredão, numa infame indicação por telefone, e depois disso só fui procurar notícias ontem de tarde. Fiquei sabendo que a minha xará saiu antes mesmo de eu saber quem era o terceiro emparedado. E era o Fernando. E, assim, naquela hora, sabendo de praticamente nada, eu acreditava que era preferível o Fernando ter saído. Porque eu nunca fui com a cara dele. Ele poda a Natália, que é a minha preferida; o meu milhão é dela faz tempo.
Quem eu não queria que saísse era justamente a Thalita. Ela era mentirosa e louca. Mas era uma das únicas a tornar o BBB alguma coisa que valha a pena assistir. Porque se não fossem seus ataques e as doidices da Nat (que podem estar indo por água abaixo graças ao namoradinho), nada aconteceria naquela casa. A Thalita não merecia o milhão, mas o jogo precisava dela.
Aí, descobri que teve um barraco sério. Quase se pegaram. O ursinho Marcelo e o Fernando. O ursinho surtou porque ficou por um triz de ir pro paredão. Começou a querer saber quem havia votado nele, tava cheio de topete. A Thalita já é surtada naturalmente, e tinha o plus de estar no paredão. Ela jogou umas indiretas pro ursinho, dizendo que se quem votou nela quisesse contar, ela não ficaria brava e tal. Dava a entender que ela estava querendo fazer o contraponto do ursinho. Tipo, ele estava puto, e ela estava toda compreensiva e perdoativa. E ele mordeu a isca bem legal. Falou um monte pra louca, e ela não conseguiu nem argumentar.
Só que ela não ia deixar assim barato. E covardona, foi contar pro Fernando que o urso tava metendo a boca nele também. Assim, não era bem uma mentira, porque o urso falou que estava de saco cheio de outra pessoa e dava bem pra ver que ele falava do Fernando. Aí o Fernando ficou PUTO AO CUBO. E foi tirar satisfação. E aí, só não saiu porrada porque o Fernando se controlou. Porque ele derrubava fácil os caras que estavam segurando ele, se ele quisesse mesmo. E então eu penso comigo. Ainda bem que o Fernando não saiu. Porque certeza que o clima vai ficar bem legal agora. Apesar de que ele vai contiuar a podar a Nat.
Depois de saber disso tudo, cheguei à conclusão que quem tinha que sair era a Bianca. A Bianca é quase uma samambaia, só não é porque virou sombrinha da Thalita. Não gosto especialmente dela, também não tenho nada muito contra. Para mim ela era totalmente dispensável ao programa. Mas de início eu não achava justo ela sair da casa por causa de uma indicação do telefone. Porém, frente aos acontecimentos, foi péssimo a Thalita ter saído e seria péssimo o Fernando sair.
Pra finalizar, queria falar da Gy e da Juliana. No começo, a Gy era a mais odiada no mundo dos blogs (com algumas exceções). Mas eu não achava muito justo, porque ela não é falsa e nem acontece muito. Tipo, eu achava que não havia motivo pra não gostarem dela. Ela só não era samambaia porque os seus colegas adoram colocá-la sob os holofotes. Chega a ser impressionante isso. Mas ela não me fedia nem cheirava. Eu não gostava mesmo da Juliana, que é A falsa.
Só que estou mudando de idéia. Porque a Gy tem alguma coisa de du mal no olhar dela. Não tenho nenhum fato que corrobore isso, mas juro que ela me dá arrepios. Ela não é dissimulada, não é falsa, não se faz de burra (e também não é burra, ela só é do tipo que não liga de ser ignorante). Mas, meu, ela é muito fria. Acho que eu nunca vi essa menina perder as estribeiras, mostrar medo, fraquesa, qualquer coisa que prove que ela é humana. Não tô falando de chorar, porque na maioria das vezes isso é bem ridículo. E também não tô falando que ela não quer o milhão, porque me parece que ela está bem focada nisso. Mas ela é muito fria. E me dá medo. Já a Juliana é tão obviamente falsinha e bobinha, que começo a ficar com dó dela.
Desculpem os que não entenderam lhufas. E afirmo que é possível que posts como esse voltem a acontecer. Mas juro que vai ser bem de vez em quando.
Graças ao Carnaval eu fiquei bem por fora do que estava rolando. Eu vi a Bianca ser indicada para o paredão, numa infame indicação por telefone, e depois disso só fui procurar notícias ontem de tarde. Fiquei sabendo que a minha xará saiu antes mesmo de eu saber quem era o terceiro emparedado. E era o Fernando. E, assim, naquela hora, sabendo de praticamente nada, eu acreditava que era preferível o Fernando ter saído. Porque eu nunca fui com a cara dele. Ele poda a Natália, que é a minha preferida; o meu milhão é dela faz tempo.
Quem eu não queria que saísse era justamente a Thalita. Ela era mentirosa e louca. Mas era uma das únicas a tornar o BBB alguma coisa que valha a pena assistir. Porque se não fossem seus ataques e as doidices da Nat (que podem estar indo por água abaixo graças ao namoradinho), nada aconteceria naquela casa. A Thalita não merecia o milhão, mas o jogo precisava dela.
Aí, descobri que teve um barraco sério. Quase se pegaram. O ursinho Marcelo e o Fernando. O ursinho surtou porque ficou por um triz de ir pro paredão. Começou a querer saber quem havia votado nele, tava cheio de topete. A Thalita já é surtada naturalmente, e tinha o plus de estar no paredão. Ela jogou umas indiretas pro ursinho, dizendo que se quem votou nela quisesse contar, ela não ficaria brava e tal. Dava a entender que ela estava querendo fazer o contraponto do ursinho. Tipo, ele estava puto, e ela estava toda compreensiva e perdoativa. E ele mordeu a isca bem legal. Falou um monte pra louca, e ela não conseguiu nem argumentar.
Só que ela não ia deixar assim barato. E covardona, foi contar pro Fernando que o urso tava metendo a boca nele também. Assim, não era bem uma mentira, porque o urso falou que estava de saco cheio de outra pessoa e dava bem pra ver que ele falava do Fernando. Aí o Fernando ficou PUTO AO CUBO. E foi tirar satisfação. E aí, só não saiu porrada porque o Fernando se controlou. Porque ele derrubava fácil os caras que estavam segurando ele, se ele quisesse mesmo. E então eu penso comigo. Ainda bem que o Fernando não saiu. Porque certeza que o clima vai ficar bem legal agora. Apesar de que ele vai contiuar a podar a Nat.
Depois de saber disso tudo, cheguei à conclusão que quem tinha que sair era a Bianca. A Bianca é quase uma samambaia, só não é porque virou sombrinha da Thalita. Não gosto especialmente dela, também não tenho nada muito contra. Para mim ela era totalmente dispensável ao programa. Mas de início eu não achava justo ela sair da casa por causa de uma indicação do telefone. Porém, frente aos acontecimentos, foi péssimo a Thalita ter saído e seria péssimo o Fernando sair.
Pra finalizar, queria falar da Gy e da Juliana. No começo, a Gy era a mais odiada no mundo dos blogs (com algumas exceções). Mas eu não achava muito justo, porque ela não é falsa e nem acontece muito. Tipo, eu achava que não havia motivo pra não gostarem dela. Ela só não era samambaia porque os seus colegas adoram colocá-la sob os holofotes. Chega a ser impressionante isso. Mas ela não me fedia nem cheirava. Eu não gostava mesmo da Juliana, que é A falsa.
Só que estou mudando de idéia. Porque a Gy tem alguma coisa de du mal no olhar dela. Não tenho nenhum fato que corrobore isso, mas juro que ela me dá arrepios. Ela não é dissimulada, não é falsa, não se faz de burra (e também não é burra, ela só é do tipo que não liga de ser ignorante). Mas, meu, ela é muito fria. Acho que eu nunca vi essa menina perder as estribeiras, mostrar medo, fraquesa, qualquer coisa que prove que ela é humana. Não tô falando de chorar, porque na maioria das vezes isso é bem ridículo. E também não tô falando que ela não quer o milhão, porque me parece que ela está bem focada nisso. Mas ela é muito fria. E me dá medo. Já a Juliana é tão obviamente falsinha e bobinha, que começo a ficar com dó dela.
Desculpem os que não entenderam lhufas. E afirmo que é possível que posts como esse voltem a acontecer. Mas juro que vai ser bem de vez em quando.
1.2.08
muitacoisa - poucoassunto
Teve uns dias aí que dois donos de blogs* que eu frequento afirmaram falta de assunto apesar de muita coisa pra fazer. Eu estou prestes a entrar no mesmo problema, mas não quero ficar toda esperançosa. Começaram a aparecer várias coisas pra fazer no trabalho, assim, de repente. Só não sei se vai ser alarme falso. Bem que eu queria que não fosse alarme falso, pois assim o tempo passa mais rápido e eu paro de me sentir uma completa picareta.
Esse negócio de não ter sobre o que falar no blog apesar de estar fazendo tanta coisa é muito simples. Quando a gente tem muito trabalho:
1. Não dá tempo de pensar bobagens ou coisas interessantes para escrever (se bem que acho que eu tenho me prendido mais às bobagens. Heh.);
2. Coisas de trabalho só dão bons posts quando envolvem fofocas, promoções ou reclamações. Em alguns casos, paquerinhas também rendem, mas, para uma mulher casada como eu, essa opção já era.
Por isso, não estranhem se o que eu falei no último post virar fato. Ou melhor, estranhem, pois não importa o quão ocupada eu esteja, sempre penso bobagens...
Aliás, já ia me esquecendo. Tem carnaval, né. Bem provável que eu suma por uns dias. Não por motivos tipicamente carnavalescos**, mas porque vou passar uns dias na roça, onde não há acesso a toda a tecnologia necessária.
*dois donos de blogs: 1 e 2.
** sexo, drogas e... axé.
Esse negócio de não ter sobre o que falar no blog apesar de estar fazendo tanta coisa é muito simples. Quando a gente tem muito trabalho:
1. Não dá tempo de pensar bobagens ou coisas interessantes para escrever (se bem que acho que eu tenho me prendido mais às bobagens. Heh.);
2. Coisas de trabalho só dão bons posts quando envolvem fofocas, promoções ou reclamações. Em alguns casos, paquerinhas também rendem, mas, para uma mulher casada como eu, essa opção já era.
Por isso, não estranhem se o que eu falei no último post virar fato. Ou melhor, estranhem, pois não importa o quão ocupada eu esteja, sempre penso bobagens...
Aliás, já ia me esquecendo. Tem carnaval, né. Bem provável que eu suma por uns dias. Não por motivos tipicamente carnavalescos**, mas porque vou passar uns dias na roça, onde não há acesso a toda a tecnologia necessária.
*dois donos de blogs: 1 e 2.
** sexo, drogas e... axé.
diariamente
Ah, gente, nem eu tô aguentando ler meu blog com tanta frequência. Acho que vai ser uma coisa mais 'dia sim, dia não' de agora em diante...
Nossa, tô maluca. Escrevi esse post ontem e esqueci de publicar...
Nossa, tô maluca. Escrevi esse post ontem e esqueci de publicar...
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