Eles vão!!! Eles vão!!!!
O Primo 3 e o Primo 4 vão pro Sítio comigo pra passar esse feriado!!!! Eles vão!!!!!
Tá, seria perfeito se a Priminha também aceitasse ir, mas...
Eles vão!!!!!
Eu sei que eu fiquei descaradamente essa semana toda sem escrever nada. E sei que é muita cara de pau aparecer aqui só na sexta-feira e ainda fazer um post titico desse. Mas não deu mesmo.
18.4.08
17.4.08
rabbit tell
Lembra que eu falei de um jogo muito bom, de um brasileiro? Bom, o tal brasileiro se chama Rodrigo Roesler, e ele e seu parceiro Bruno Maestrini resolveram montar uma empresa chamada Rabbit Tell. Para quem nunca jogou Trapped o nome da empresa é uma incógnita, e como eu achei esse nome o máximo, vou explicá-lo.
Trapped é um jogo que tem muitas referências à literatura. A começar pelo nome da primeira parte "The White Rabbit", sendo que a frase "Siga o coelho branco" é parte importante do jogo. Bom, quando você encontra o tal coelho no jogo, ele é apenas uma estátua de um coelho que está segurando um arco (daqueles que costumam ser usados com flechas...) e mirando acima da cabeça da estátua de um menino à sua frente. E, em certo momento, você coloca uma fruta na cabeça da estátua do menino.
Espero que eu não precise explicar mais nada com relação ao nome da empresa Rabbit Tell. Mas é o máximo, não é?! Se tiver alguma empresa super querendo investir em jogos lendo o meu blog (ã-hã), eu super recomendo a Rabbit Tell. (Juro que eu não estou recebendo nenhum troco pela propaganda... rsrs)
Bom, o causo é que eles começaram um projeto novo de jogo e eu fui chamada para tester de novo!!!! E o jogo é muito bom também! Sério, eles são muito bons. O senso de humor deles é assim, peculiar. rsrsrs. E eu realmente acho que todo mundo no mundo deveria jogar pelo menos o Trapped, pra conhecer e prestigiar esses brasileiros!
Trapped é um jogo que tem muitas referências à literatura. A começar pelo nome da primeira parte "The White Rabbit", sendo que a frase "Siga o coelho branco" é parte importante do jogo. Bom, quando você encontra o tal coelho no jogo, ele é apenas uma estátua de um coelho que está segurando um arco (daqueles que costumam ser usados com flechas...) e mirando acima da cabeça da estátua de um menino à sua frente. E, em certo momento, você coloca uma fruta na cabeça da estátua do menino.
Espero que eu não precise explicar mais nada com relação ao nome da empresa Rabbit Tell. Mas é o máximo, não é?! Se tiver alguma empresa super querendo investir em jogos lendo o meu blog (ã-hã), eu super recomendo a Rabbit Tell. (Juro que eu não estou recebendo nenhum troco pela propaganda... rsrs)
Bom, o causo é que eles começaram um projeto novo de jogo e eu fui chamada para tester de novo!!!! E o jogo é muito bom também! Sério, eles são muito bons. O senso de humor deles é assim, peculiar. rsrsrs. E eu realmente acho que todo mundo no mundo deveria jogar pelo menos o Trapped, pra conhecer e prestigiar esses brasileiros!
13.4.08
161
Página, 161 - 5ª frase:
"Da terra infestada de fungos emanava uma vaporosa luz cadavérica, amarela e doentia, que borbulhava e se enovelava a uma altura enorme em vagos contornos meio humanos, meio monstruosos, através dos quais eu podia ver a chaminé e o fogão por trás".
"Da terra infestada de fungos emanava uma vaporosa luz cadavérica, amarela e doentia, que borbulhava e se enovelava a uma altura enorme em vagos contornos meio humanos, meio monstruosos, através dos quais eu podia ver a chaminé e o fogão por trás".
H. P. Lovecraft, Nas Montanhas da Loucura, Iluminuras.
Next?
Trata-se de um meme: "A brincadeira é abrir o primeiro livro que vir pela frente na pagina 161 e copiar no seu blog a 5ª frase" - por ela. Agora, quem quiser, pode dar continuidade à vontade em seu próprio blog.
Next?
Trata-se de um meme: "A brincadeira é abrir o primeiro livro que vir pela frente na pagina 161 e copiar no seu blog a 5ª frase" - por ela. Agora, quem quiser, pode dar continuidade à vontade em seu próprio blog.
11.4.08
sobre como odeio brigas
Eu odeio brigar. Mas dessa vez teve que ser diferente. Hoje eu estou bem, porque fizemos as pazes. Até porque eu tive que fazer as pazes logo depois, segundos depois do ocorrido. Isso é segundo O Livro. Não posso guardar mágoas, nem umazinha, pra depois. Não pode haver tratamento diferente depois de um desentendimento, tenho que simplesmente fingir que não aconteceu. E foi o que fiz.
Ontem a Nina me mordeu. Ela estava muito mal-humorada e eu estava tentando fazer ela parar de rosnar. Segundo O Livro eu não posso recuar. Aí, uma hora eu acabei pegando ela no colo e, na hora que fui colocá-la de novo no chão, ela me mordeu. Eu não podia mostrar que me assustei, então deixei ela me morder. E, ela estava tão nervosa que mastigou meu dedo. MAS-TI-GOU. E eu, alí, com ela no colo, começei a chorar copiosamente. Não por dor, porque nem fez machucado, mas por raiva de mim. Porque é sempre assim. Ela está nervosa, aí eu fico querendo fazê-la parar de rosnar e ela me morde. Eu conto nos dedos as vezes que ela realmente me mordeu. Acho que foram 5. Mas todas foram assim.
Então, estou eu chorando com a Nina no colo. Eu com raiva de mim e fazendo carinho nela. Eu deitei no sofá e abracei ela e ela, arrependida, nem ligou muito (porque normalmente ela não gosta de ser abraçada). Eu chorava de soluçar e fiquei alí com ela um tempão. E aí eu só pensava em uma coisa: que ela era uma cachorra boazinha e adorada por todo mundo, e agora todo mundo vive falando mal dela. Eu me sentia um grande fracasso, porque ela é a primeira cachorrinha que eu tenho que é criada por mim e segundo as minhas regras. E eu consegui deixar ela meio zuadinha.
E ela é boazinha. Mas ninguém acredita em mim por causa desse probleminha de temperamento dela. E ninguém acredita que a maior parte do tempo ela é calminha e simpática. Eu fico tão triste com isso. Eu odeio saber que todo mundo pensa mal dela, eu odeio ouvir as pessoas falando que ela é brava e morde, eu odeio ouvir as pessoas chamando ela de louca. Odeio porque as pessoas estão tratando ela diferente, olhando para ela diferente e ela é a única que perde com isso. E é por isso que eu preciso fazer alguma coisa. Eu preciso fazer ela voltar a ser como antes. Pra todo mundo voltar a gostar dela.
Ontem a Nina me mordeu. Ela estava muito mal-humorada e eu estava tentando fazer ela parar de rosnar. Segundo O Livro eu não posso recuar. Aí, uma hora eu acabei pegando ela no colo e, na hora que fui colocá-la de novo no chão, ela me mordeu. Eu não podia mostrar que me assustei, então deixei ela me morder. E, ela estava tão nervosa que mastigou meu dedo. MAS-TI-GOU. E eu, alí, com ela no colo, começei a chorar copiosamente. Não por dor, porque nem fez machucado, mas por raiva de mim. Porque é sempre assim. Ela está nervosa, aí eu fico querendo fazê-la parar de rosnar e ela me morde. Eu conto nos dedos as vezes que ela realmente me mordeu. Acho que foram 5. Mas todas foram assim.
Então, estou eu chorando com a Nina no colo. Eu com raiva de mim e fazendo carinho nela. Eu deitei no sofá e abracei ela e ela, arrependida, nem ligou muito (porque normalmente ela não gosta de ser abraçada). Eu chorava de soluçar e fiquei alí com ela um tempão. E aí eu só pensava em uma coisa: que ela era uma cachorra boazinha e adorada por todo mundo, e agora todo mundo vive falando mal dela. Eu me sentia um grande fracasso, porque ela é a primeira cachorrinha que eu tenho que é criada por mim e segundo as minhas regras. E eu consegui deixar ela meio zuadinha.
E ela é boazinha. Mas ninguém acredita em mim por causa desse probleminha de temperamento dela. E ninguém acredita que a maior parte do tempo ela é calminha e simpática. Eu fico tão triste com isso. Eu odeio saber que todo mundo pensa mal dela, eu odeio ouvir as pessoas falando que ela é brava e morde, eu odeio ouvir as pessoas chamando ela de louca. Odeio porque as pessoas estão tratando ela diferente, olhando para ela diferente e ela é a única que perde com isso. E é por isso que eu preciso fazer alguma coisa. Eu preciso fazer ela voltar a ser como antes. Pra todo mundo voltar a gostar dela.
10.4.08
marinheiro, só?
Você já viu um marinheiro slash arqueólogo? Sou eu. Fui à procura do primeiro imediato de um barco vizinho, mas encontrei apenas um marujo de quinta. Coitado do marujo, ele é até simpático, mas não é um poço de competência não. Ilustrando: ele precisa trabalhar com penas, mas não sabe nem mexer com o tinteiro...
O marujo não me ajudou em nada. Por que é assim, estou a procura de informações sobre terras não muito distantes, porém descobri que existem informações erradas correndo soltas e uma dessas terras sequer tem informações encontráveis. Mas o marujo parece que sabia menos do que eu sobre o assunto (apesar de fazer mais parte da função do barco dele do que do meu...).
Por sorte, logo depois encontrei o primeiro imediato. Esse sim conseguiu me trazer uma luz: "vá falar com o capitão". O problema é que o capitão está de licença por problemas de saúde (encontrou um jacaré, à lá Capitão Gancho).
Credo, mudei o foco da coisa. Completamente. Eu ia falar que ultimamente meu trabalho tem sido mais de arqueólogo, porque tenho que ficar cavucando tudo quanto é buraco pra ver se encontro alguma coisa que me conte uma história iluminadora. Claro que sempre cavuco em buracos que não me trazem nada de útil, mas continuarei cavando.
Nossa, me perdi nesse post.
Ah, esqueçe.
Eu tava reparando aqui que o post anterior não tem nada de resuminho. Eu tô bem, hein...
O marujo não me ajudou em nada. Por que é assim, estou a procura de informações sobre terras não muito distantes, porém descobri que existem informações erradas correndo soltas e uma dessas terras sequer tem informações encontráveis. Mas o marujo parece que sabia menos do que eu sobre o assunto (apesar de fazer mais parte da função do barco dele do que do meu...).
Por sorte, logo depois encontrei o primeiro imediato. Esse sim conseguiu me trazer uma luz: "vá falar com o capitão". O problema é que o capitão está de licença por problemas de saúde (encontrou um jacaré, à lá Capitão Gancho).
Credo, mudei o foco da coisa. Completamente. Eu ia falar que ultimamente meu trabalho tem sido mais de arqueólogo, porque tenho que ficar cavucando tudo quanto é buraco pra ver se encontro alguma coisa que me conte uma história iluminadora. Claro que sempre cavuco em buracos que não me trazem nada de útil, mas continuarei cavando.
Nossa, me perdi nesse post.
Ah, esqueçe.
Eu tava reparando aqui que o post anterior não tem nada de resuminho. Eu tô bem, hein...
9.4.08
resuminho
O medo
Ainda está on. E duvido que ele passe para off um dia, então, deixa pra lá.
A Nina
Ela me emprestou um livro de adestramento. Já li uma boa parte e descobri que o problema da Nina é com a matilha. Porque, nós não somos uma família, e sim uma matilha. E ela resolveu que é a líder - culpa nossa, claro. Bom, agora vou ter que me desdobrar pra tirar a liderança da bicha, mas sem nenhum tipo de imposição exagerada.
Assim, sempre que ela rosnar, eu não posso recuar, senão estou reforçando a liderança dela. O problema é que eu raramente recuo, mas e o resto? Vai ser difícil fazer o maridão e os avós da Nina não recuarem. Ou seja, vou ter que tentar ao máximo driblar as "situações de risco". Ou seja, evitar situações em que a Nina normalmente rosnaria para as pessoas, e nunca mais eu recuar, até ela aprender que quem manda não é ela e, quem sabe, parar de rosnar.
Outra forma de fazer ela parar de rosnar é oferecer recompensas pra ela sempre que ela não rosnar numa situação que ela rosnaria. Por exemplo, se minha mãe chegar com um biscoitinho na mão e a Nina estiver no meu colo, claro que não vai ter rosnadas. Aí, minha mãe poderia ficar um tempo afagando a Nina no meu colo e depois recompensá-la com o biscoitinho por não ter rosnado. Aí, com o tempo, a Nina ia ficar menos desconfiada das pessoas que se aproximam dela quando ela está no colo de alguém e, quem sabe, até ficar feliz com a aproximação dos outros.
E o spray com água? Ah... ainda vou ver se vou continuar com aquilo. Estou numa tremenda dúvida, viu.
Ainda está on. E duvido que ele passe para off um dia, então, deixa pra lá.
A Nina
Ela me emprestou um livro de adestramento. Já li uma boa parte e descobri que o problema da Nina é com a matilha. Porque, nós não somos uma família, e sim uma matilha. E ela resolveu que é a líder - culpa nossa, claro. Bom, agora vou ter que me desdobrar pra tirar a liderança da bicha, mas sem nenhum tipo de imposição exagerada.
Assim, sempre que ela rosnar, eu não posso recuar, senão estou reforçando a liderança dela. O problema é que eu raramente recuo, mas e o resto? Vai ser difícil fazer o maridão e os avós da Nina não recuarem. Ou seja, vou ter que tentar ao máximo driblar as "situações de risco". Ou seja, evitar situações em que a Nina normalmente rosnaria para as pessoas, e nunca mais eu recuar, até ela aprender que quem manda não é ela e, quem sabe, parar de rosnar.
Outra forma de fazer ela parar de rosnar é oferecer recompensas pra ela sempre que ela não rosnar numa situação que ela rosnaria. Por exemplo, se minha mãe chegar com um biscoitinho na mão e a Nina estiver no meu colo, claro que não vai ter rosnadas. Aí, minha mãe poderia ficar um tempo afagando a Nina no meu colo e depois recompensá-la com o biscoitinho por não ter rosnado. Aí, com o tempo, a Nina ia ficar menos desconfiada das pessoas que se aproximam dela quando ela está no colo de alguém e, quem sabe, até ficar feliz com a aproximação dos outros.
E o spray com água? Ah... ainda vou ver se vou continuar com aquilo. Estou numa tremenda dúvida, viu.
5.4.08
e agora, josé?
Essa semana foi de tomada de decisões. Por enquanto não quero especificar nada, pois de alguma forma essas decisões não envolvem apenas a mim. Mas tudo pode mudar, ou melhor, vai.
E isso dá medo.
Assim, muito.
E isso dá medo.
Assim, muito.
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